GeoEstratégia, Aviação, Defesa, História, Conflitos, dentre outras coisas...

Breaking News

sexta-feira, fevereiro 02, 2018

Escudo de energia estilo Star Trek foi patenteado pela Boeing

By on 2.2.18
"Ativar escudos de plasma!”, ordena o comandante.  “Não posso porque o lasers não têm potência suficiente para a ionização…”, responde o engenheiro. 

Parece um diálogo tirado de uma história de ficção científica. Mas pode bem tornar-se realidade num futuro próximo. Pelo menos é o que pretende a Boeing.

O gigante da indústria da aeronáutica e militar patenteou um sistema de proteção contra ondas de choque provocadas por explosões que consiste mesmo na ionização de uma pequena região através de lasers e micro-ondas para criar um campo de plasma.
De acordo coma notícia da Cnet, o campo de forças de plasma preconizado por esta tecnologia teria características diferentes do ambiente restante (temperatura, densidade e composição),  que faria reduzir as consequências das ondas de choque. Ou seja, este novo escudo de energia não vai ser capaz de oferecer proteção contra impactos físicos diretos – balas, por exemplo –, mas vai permitir atenuar os efeitos das explosões que ocorram próximo dos veículos equipados com esta tecnologia.
Ou seja, ainda não é desta que vamos ter o escudo protetor da Enterprise de Star Trek.

De Exame

Separatistas iemenitas tomam Áden e governo é confinado em palácio, dizem moradores

By on 2.2.18

Separatistas do sul do Iêmen tomaram controle da cidade portuária de Áden após dois dias de confrontos, disseram moradores nesta terça-feira, confinando o governo internacionalmente reconhecido do presidente Abd-Rabbu Mansour Hadi no palácio presidencial.
Confrontos entre separatistas do sul, apoiados pelos Emirados Árabes Unidos, contra forças leais ao presidente Hadi, sediado na Arábia Saudita, arriscam paralisar a campanha contra o movimento houthi, alinhado com o Irã, no norte do Iêmen.
Os Emirados Árabes Unidos são um importante componente de uma coalizão militar liderada pela Arábia Saudita de Estados árabes que apoiaram o governo de Hadi desde que os houthis tomaram grande parte do país, incluindo a capital Sanaa, há três anos. O governo de Hadi opera em Áden, embora ele more na Arábia Saudita.
Moradores disseram que forças leais ao Conselho de Transição do Sul (STC), formado no ano passado para buscar o renascimento do ex-Estado independente do Iêmen do Sul, tomaram o último reduto das Forças de Proteção Presidencial de Hadi, na área de Dar Saad, no norte de Áden, em confrontos que em alguns momentos envolveram artilharia pesada e tiros de tanques.
Ativistas compartilharam fotos nas redes sociais da bandeira do ex-Estado independente do Iêmen do Sul colocada sobre o portão da base. O Iêmen do Sul foi unido ao Iêmen do Norte em 1990.
Moradores de Áden disseram que combatentes do STC haviam anteriormente tomado postos das Forças de Proteção Presidencial nos distritos de Crater e Tawahi, na área central de Áden.

Do Terra

quinta-feira, fevereiro 01, 2018

Goodbye MiG-21! Croacia opta por adquir F-16 de estoques de Israel

By on 1.2.18
A Croácia está próxima de fechar um acordo de até US$ 500 milhões para comprar pelo menos 30 caças F-16 usados de Israel, informa o Jerusalem Post nesta sexta-feira (26).
O objetivo é aposentar sua frota de 21 caças soviéticos MiG 21. Com 60 anos, apenas seis destas aeronaves estão funcionais.
A Croácia analisou as propostas de Estados Unidos, Israel, Coreia do Sul, Suécia e Grécia. Mas, no momento, o cenário mais provável é a compra dos caças de Israel. 
"Este desenvolvimento é outra expressão dos laços profundos entre os dois países", disse o escritório do primeiro-ministro Israel, Bejamin Netanyahu, em comunicado.
Israel aposentou seus caças F-16 A/B em 2016, mas ainda utiliza os F-16 C/D mais modernos e modificados. Não foi divulgado quais dos dois modelos estão sendo negociados com os croatas. 
Falando com a publicação Star and Stripes, o analista militar croata Denis Kuljist afirmou que o MiG 21 foi "um grande avião durante a guerra de independência da Croácia" de 1991 a 1995. Hoje, todavia, o caça soviético está defasado, alerta Kuljist.
O MiG 21 é o avião de combate supersônico mais produzido na história. 

Ébrio rouba tanque de guerra e invade mercado na Rússia

By on 1.2.18
Um homem bêbado furtou um tanque de guerra e jogou o veículo contra a vitrine de um mercado no noroeste da Rússia para roubar uma garrafa de vinho, informou a imprensa local. Não houve feridos.
O incidente aconteceu na semana passada numa pequena cidade na região de Murmansk.
O homem furtou o veículo blindado de uma escola de condução local que presta serviços para futuros recrutas do Exército da Rússia.
Imagens divulgadas nas redes sociais mostram que o homem saiu pela escotilha, inspecionou os danos e entrou no pequeno mercado através da janela quebrada.
Posteriormente, o homem, aparentando mais de 20 anos, de acordo com o Deutsche Welle, foi detido pela polícia com uma garrafa de vinho roubada. Ele não resistiu à prisão.

Do Yahoo

segunda-feira, janeiro 29, 2018

Guarda Costeira?: Vem ai a Polícia Hidroviária Federal

By on 29.1.18
Enquanto as atenções estão fixadas no FlaxFlu político, a PEC 52/2012, do senador Vicentinho Alves, voltou a tramitar no Senado Federal. A proposta cria a Polícia Hidroviária Federal, retirando da Marinha do Brasil o controle e fiscalização do tráfego hidroviário, inclusive dos portos. A PEC foi representada recentemente e, agora, aguarda a indicação de um relator.
Em tempo...
O senador Vicentinho Alves é aliado de Temer, investigado por supostamente favorecer a Rodrimar, operadora de terminais, no caso do Decreto dos Portos.

Do Blog do Ancemo (O Globo). 

Ação de piratas em rios da Amazônia causa prejuízos milionários

Empresas de navegação fluvial têm perdido, por ano, cerca de 100 milhões de reais por causa de furtos e de roubos nos rios da Amazônia. Os dados são do Sindarma, Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial do Amazonas.

As ocorrências atingem todos os estados da região Norte. Derivados do petróleo e eletroeletrônicos, como peças de computador, são as mercadorias mais visadas. Há também muitos assaltos a transportes de passageiros. De acordo com o presidente do Sindarma, Claudomiro Carvalho, as fiscalizações realizadas pelos estados não são suficientes. Ele sugere a criação de uma “polícia federal hidroviária”.
"O que mais preocupa a gente é que a ação dessas quadrilhas, elas são crescentes, e aí elas levam à prostituição infantil, ao tráfico de droga, e a uma série de outros delitos que vem em função dessa capitalização do crime. Por isso até que a gente defende um apoio do governo federal no sentido de criar uma polícia hidroviária federal. A gente ter realmente uma polícia voltada para o rio nos moldes que temos a polícia rodoviária nas nossas estradas federais".

De acordo com os dados do Sindarma, os locais de maior frequência dos crimes são o rio Madeira, com cargas de combustíveis; o estreito de Breves, no Pará, com eletroeletrônicos; e o rio Solimões, próximo aos municípios de Coari e Tefé, com ataques a embarcações de passageiros.

O caso mais recente ocorreu em maio, quando uma balsa de 400 toneladas, avaliada em 300 mil reais, foi furtada. O caso ocorreu no rio Negro, na zona oeste de Manaus. A embarcação ainda está desaparecida.

Sobre a criação de uma polícia hidroviária federal, o Ministério da Justiça informou que seria necessária uma alteração no Artigo 144 da Constituição Federal. O tópido ressalta que a segurança pública é exercida apenas pela polícia federal; rodoviária federal; ferroviária federal; polícias civis; militares e corpos de bombeiros militares.

A reportagem tentou entrevista com o delegado Carlos Augusto, da Polícia Civil do Amazonas, mas ele não atendeu aos telefonemas.

Da EBC

Boeing sinaliza com concessões para chegar a acordo com Embraer

By on 29.1.18
Para chegar a um acordo com a Embraer (SA:EMBR3), a Boeing estaria disposta a ceder em três pontos fundamentais para o governo brasileiro, que é a garantia de autonomia na parceria da fabricante brasileira com a Saab na produção dos Gripen; a transformação do Brasil em polo de produção de componentes para aviões da Boeing; e a manutenção do poder de veto do governo. As informações são do Estadão.
As concessões da empresa americana servem para diminui a resistência dentro do governo e também em outros setores, como sociedade civil e, eventualmente, no Poder Judiciário. A questão é essencial, ainda mais em um momento que o governo negocia para conseguir os votos necessários para a votação da reforma da Previdência e para pulverização das ações da Eletrobras (SA:ELET3).
Segundo o jornal, a Boeing tem pressa nas conversas com os ministérios da Defesa e da Fazenda e no BNDES. A ideia é evitar que o processo se alongue e chegue até a campanha eleitoral.
A publicação trouxe também a notícia de que o governo brasileiro se comprometeu com a sueca Saab a informar sobre os andamentos das negociações entre as empresas. A preocupação da fabricante dos caças Gripenn é com a questão de transferência de tecnologia.
Do Money Times - Por Investing.com

domingo, janeiro 28, 2018

Saab será avisada de eventual acordo entre Embraer e Boeing

By on 28.1.18
Qualquer avanço nas negociações para a aproximação da Embraer com a americana Boeing terá de ser comunicado à sueca Saab, empresa que fornecerá caças para a Força Aérea Brasileira. O acerto foi firmado pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann, e o presidente mundial da Saab, Håkan Buskhe.
O executivo sueco veio ao Brasil buscar detalhes sobre o potencial negócio já que a Saab transferirá tecnologia à Embraer no processo de fabricação dos caças Gripen comprados pela FAB. “Não há impedimento (para o negócio), mas queremos saber o que está sendo discutido”, disse Buskhe.
A reunião em Brasília foi solicitada pela Saab que tem demonstrado preocupação com eventual negócio Embraer-Boeing, já que a brasileira terá acesso à tecnologia dos caças Saab – concorrente da Boeing no mercado de defesa que participou da concorrência bilionária da FAB vencida pelos suecos.
Cautela
Após reunião no Ministério da Defesa, o executivo da Saab reafirmou a intenção de manter a parceria com a Embraer na produção dos caças, mas ressaltou que a transferência de tecnologia para o Brasil é um tema que precisa ser analisado com cuidado. “Eu não tenho a intenção de deixar a cooperação com o Brasil. Mas, logicamente, quando vem uma terceira parte, temos de entender qual é a estrutura e o impacto na nossa tecnologia”, disse.
Em entrevista ao lado do ministro Jungmann, o executivo citou que a transferência de tecnologia da Saab para a Embraer na produção dos caças é a maior já feita pela empresa. Diante disso, o executivo afirmou que qualquer movimento que envolva ações “estratégicas” em termos tecnológicos da Saab terão de passar pelo crivo de Estocolmo. “O governo obviamente tem uma opinião sobre o assunto porque, assim como a Embraer é para o Brasil, a Saab é estratégica para a Suécia”, afirmou.

ONU - MINUSCA Tropas brasileiras vão à África fazer reconhecimento para missão de paz a pedido da ONU

By on 28.1.18
A ONU afirmou desejar que o Brasil envie 750 militares para uma missão de paz na República Centro-Africana até maio. Um dos motivos para essa urgência é tentar frear uma onda de assassinatos praticados contra a população civil por milícias armadas no país.
Uma missão de reconhecimento de terreno formada por dez militares brasileiros parte neste domingo (21) para o país africano.
O convite para a participação na Minusca (Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana) foi feito pela ONU ao Brasil em novembro de 2017. Porém, até agora o governo não deu resposta formal à instituição sobre a participação brasileira.
Se aprovada, a nova missão de paz do Brasil pode ter uma dimensão comparável à do Haiti, na qual mais de 35 mil militares brasileiros se revezaram em uma operação de grandes proporções entre os anos de 2004 e 2017.
O Departamento de Missões de Paz afirmou ao UOL em entrevista por e-mail que a experiência obtida pelo Brasil durante anos de missão de paz no Haiti contribuiu para a escolha do país para participar da operação na República Centro-Africana.
O núcleo disse ainda esperar que as tropas brasileiras sejam enviadas o mais rápido possível ao continente africano.
Além da preocupação com os ataques de rebeldes à população civil, há outro motivo para o prazo ideal ser antes do mês de maio. Segundo a ONU, as tropas devem chegar ao seu destino "antes do início da época das chuvas, quando aumentam os desafios logísticos para enviar equipamento pesado à região".
A missão de paz deve acontecer em ambiente de selva, no interior da República Centro-Africana. As chuvas que caem de forma abundante no país entre maio e setembro acabam provocando o fechamento de estradas e cortando a comunicação por terra de diversas cidades com a capital Bangui. E não é viável levar os equipamentos mais pesados de avião.

Missão precisa de autorização de Temer e do Congresso

A proposta de envio dos militares brasileiros para uma nova missão de paz vem sendo defendida publicamente pelo Ministro da Defesa Raul Jungmann desde a cerimônia de encerramento da missão de paz do Haiti realizada em outubro, no Rio de Janeiro.
A ideia foi discutida com o Itamaraty e com membros do Executivo. Oficialmente, assessores de Temer dizem que ele ainda não tomou uma decisão final. Mas além do aval dele, a proposta ainda terá que passar pelo Congresso brasileiro.
A ONU havia pedido uma resposta formal do Brasil até 15 de dezembro de 2017, mas ela não foi dada. Na semana passada, porém, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, se encontrou com o secretário-geral da ONU, António Guterres, em Nova York e disse que o pedido de tropas deve ser aprovado logo no Congresso.
Militares ouvidos pelo UOL disseram que não é possível dizer como a discussão política deve evoluir. Mas se a missão for aprovada, em teoria, seria possível chegar à República Centro-Africana em abril, antes das chuvas e dentro do prazo estipulado pela ONU.

Preparação das Forças Armadas já começou

Mesmo sem uma resposta política, as Forças Armadas já vêm se preparando para a missão desde o ano passado. Segundo militares que falaram anonimamente ao UOL, não haveria tempo suficiente para planejar a operação toda se o trabalho fosse iniciado somente após o resultado da votação no Congresso brasileiro.
Oficiais graduados - alguns deles veteranos de missões de paz da ONU - já estiveram na República Centro-Africana para levantar informações sobre a situação do país em diversas ocasiões no ano passado.
Neste domingo, um novo grupo de dez militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica parte para a República Centro-Africana em outra missão de reconhecimento, segundo portaria publicada no Diário Oficial da União. O objetivo é participar de reconhecimento na capital Bangui e também na cidade de Bambari – a possível sede do batalhão brasileiro, caso a missão seja aprovada.
Também serão pesquisadas localidades adjacentes a essas cidades, onde as tropas podem ter que operar.
Além das missões de reconhecimento, já estariam acontecendo também treinamento de tropas e o planejamento da logística necessária para a viagem dos 750 militares.
Oficiais ouvidos pela reportagem afirmaram que chegar na República Centro-Africana será um grande desafio logístico. Isso porque o país não tem saída para o mar – diferente do que ocorria no Haiti.
Assim, será necessário levar equipamentos como geradores de energia, caminhões, maquinário pesado e blindados de navio até uma nação vizinha, como Camarões. De lá, será preciso seguir por terra até a capital Bangui e depois até o interior do país pelas precárias estradas de terra da República Centro-Africana.
Já os militares e armamentos poderiam seguir de avião até seu destino final.

Conflitos e mortes por poder e religião

"A República Centro-Africana está em uma encruzilhada no momento atual", afirmou a ONU ao UOL.
"A autorização do aumento do número de tropas da Minusca pelo Conselho de Segurança na resolução 2397 (2017) é um reconhecimento da situação terrível de segurança, que coloca em risco melhorias no país que vêm sendo conquistadas a muito custo", disse o Departamento de Missões de Paz.
Refugiados e membros de minorias étnicas estão sendo mortos de forma constante em conflitos travados entre ao menos 14 diferentes grupos rebeldes que operam no país.
Fontes militares ligadas à preparação da missão disseram ao UOL que esses grupos lutam entre si pelo domínio de regiões ricas em recursos naturais, como diamantes, ouro, petróleo e urânio.
Embora o conflito seja baseado principalmente na luta pelo poder local, há também componentes religiosos. Grupos muçulmanos denominados genericamente ex-Seleka estão em conflito constante com cristãos conhecidos como Anti-Balaka.
Ambos os grupos são acusados de atacar populações civis ligadas aos rivais. Relatórios recentes da ONU descrevem massacres promovidos em pequenas vilas e campos de refugiados.
Na tentativa de defender essas pessoas, as forças da ONU frequentemente entram em confronto com as milícias.

Brasileiros seriam "conselheiros" em missão

A missão Minusca existe desde 2014, é composta por cerca de 10 mil soldados - a maioria deles de nações africanas - e, apesar da pressa da ONU em contar com uma equipe de brasileiros, eles não serão responsáveis por comandar a operação, ao menos inicialmente.
Segundo fontes das Forças Armadas, a ideia da ONU é que os comandantes brasileiros transmitam aos colegas de outras nacionalidades a experiência obtida no Haiti, missão considerada pela comunidade internacional como um sucesso militar.
Além de missões de combate, as tropas seriam utilizadas também na proteção de estruturas da ONU e em assistência humanitária.
Na Minusca, o idioma oficial é o francês, pois a República Centro-Africana é uma ex-colônia da França – no país, o idioma predominante é o sango, que tem origem em dialetos do continente africano.
A língua, porém, não deverá ser problema para os brasileiros. No Haiti, o francês também era o idioma oficial, mas as barreiras de comunicação foram superadas. Além disso, os militares do Brasil poderão falar em português com um contingente de cerca de 150 soldados de Portugal, que já participa da missão.

Custo da missão ainda é desconhecido

Ainda não está claro qual será o custo total de uma ação na República Centro-Africana, mas este é um dos pontos que devem pesar na aprovação ou não da participação brasileira na missão Minusca.
A longo prazo, a ONU reembolsará uma parte dos recursos investidos pelo Brasil, mas isso pode levar alguns anos. Os custos iniciais de transporte de navio e de avião dos militares e de seus equipamentos também serão pagos pelas Nações Unidas.
Mesmo assim, Brasília terá que fazer um investimento inicial de recursos, ao menos para comprar equipamentos militares específicos que serão necessários na missão e o Brasil não possui.
Em 13 anos no Haiti, foram gastos R$ 2,5 bilhões, dos quais quase 1 bilhão já voltou para os cofres brasileiros. A diferença entre os valores se explica em parte porque o Brasil decidiu investir além dos padrões mínimos exigidos pelas Nações Unidas. O objetivo era dar equipamentos melhores para as tropas em missão no exterior, mas custos adicionais também ocorreram por falta de experiência com procedimentos da ONU.
Críticos da ideia dizem que os custos de uma nova missão seriam excessivos e que o risco de militares serem mortos é muito alto.
Já os defensores da missão dizem que, além do socorro humanitário a uma nação em dificuldades e o treinamento de tropas brasileiras em situação de combate, a missão na República Centro Africana traria prestígio político e influência internacional.
*Colaborou Luciana Amaral, do UOL em Brasília

Do UOL

sábado, janeiro 27, 2018

Derrota da Boeing nos EUA deve acelerar negociação com a Embraer

By on 27.1.18
A Principal concorrente da Embraer, a canadense Bombardier teve uma importante vitória comercial em disputa com a Boeing nos Estados Unidos. O resultado deverá acelerar as negociações para associação entre a fabricante brasileira e a americana, em discussão desde dezembro do ano passado.
A agência federal americana que regula regras de importação do país derrubou uma taxa de 292% que o governo Donald Trump havia imposto em dezembro sobre aviões da linha C-Series, modelo regional da Bombardier que compete diretamente com a linha E2 da Embraer e que foi comprada pela francesa Airbus em outubro. A taxação foi imposta a partir de uma queixa formal da Boeing, feita logo após a anúncio da aliança Airbus-Bombardier. A Airbus é a principal rival da Boeing.
Na época, a Boeing alegou que um dos modelos da C-Series competia diretamente com versões novas do Boeing-737, mas que seria vendido a preços abaixo do mercado por ser muito subsidiado. O governo canadense chegou a ser sócio da linha de produção, algo inédito no mundo. A empresa aérea americana Delta havia encomendado 75 aviões do modelo nessas condições em 2016.
Trump comprou a briga e determinou a sobretaxa, que visa compensar os subsídios maciços. Agora, a agência chamada Comissão de Comércio Internacional derrubou a medida de forma unânime, por quatro votos a zero.

Vitória da Bombardier

A Bombardier argumentou que seu produto não é um competidor direto do avião da Boeing. Tentou provar seu ponto pedindo que a agência analisasse no mesmo caso os maiores modelos da nova linha de aeronaves regionais da Embraer, o que não ocorreu. Mas sua posição acabou vencedora.
A empresa canadense disse que a decisão da comissão foi “uma vitória da inovação e da competição”. A Boeing, por sua vez, se disse “desapontada”. Havia expectativa no mercado pela vitória da americana, já que a agência é um ente que tende a pesar aspectos políticos em suas decisões

Acordo Boeing-Embraer deve avançar

Com isso, as negociações para a associação da Embraer com a Boeing deverão ser aceleradas para fazer frente à previsível demanda pelos aviões da linha C-Series. A Boeing não tem um aparelho regional para ofertar, e a Embraer não tem a estrutura de vendas da gigante europeia. Além disso, chineses, russos e japoneses estão entrando agora com novos modelos no setor, acirrando a competição.
Tanto os CSeries como os E2 são a nova geração no nicho de aparelhos para de 70 e 130 passageiros, dominado hoje pela Embraer. As duas empresas têm longo histórico de contenciosos, com vantagem para a brasileira, em fóruns internacionais.
O governo brasileiro, que possui poder de veto nos negócios da Embraer como herança de seu processo de privatização, rejeita a venda do controle para os americanos. Está sendo estudada uma associação, que tem arestas sendo trabalhadas sobre composição acionária e questões de soberania de programas militares.

Do uol

ONU - MINUSMA: Ataque contra acampamento militar mata 14 soldados no Mali

By on 27.1.18
Ao menos 14 soldados malineses morreram neste sábado em um ataque a um acampamento militar na região norte do Mali, anunciou o exército, que chamou a ação de ato “terrorista”.
“As Forças Armadas Malinesas (FAMa) sofreram um ataque esta manhã, em Soumpi (Timbuktu). As FAMa lamentam 14 mortos, 18 feridos e danos materiais”, afirma o exército em sua página do Facebook.
Uma fonte militar local citou 10 soldados mortos e 17 feridos no “ataque de terroristas contra o acampamento de Soumpi”.
O ataque aconteceu dois dias depois da morte de 26 civis, incluindo mulheres e bebês, na explosão de uma mina em Boni, centro do Mali, de acordo com a ONU.
O norte do Mali caiu em 2012 sob controle de grupos extremistas vinculados à Al-Qaeda, que foram expulsos em grande parte por uma intervenção militar internacional de 2013 por iniciativa da França e ainda em vigor.

De Isto é

Frases

Popular Posts

Postagens mais visitadas

Popular Posts